[ENGRENAGENS E MAIS ENGRENAGENS] RESENHA DO LIVRO: O BARONATO DE SHOAH: A CANÇÃO DO SILÊNCIO
Sempre me pergunto como anda a Literatura Brasileira nos dias de hoje e após minha leitura de O Baronato de Shoah, eu posso finalmente dizer que ela está em boas mãos.
Várias pessoas, antes de ler o livro, disseram que ficaram receosas ao começar, por ele ser um romance SteamPunk (não sabe o que é? Dê uma olhadinha, aqui.) que, quer queira quer não, ainda é um gênero pouco explorado. Eu, por outro lado, já tinha minhas bases firmadas nesta cultura. Já havia pesquisado muito sobre a tal, o que me fez gostar demasiadamente de SteamPunk e de O Baronato de Shoah que escancarou as portas para consolidar a entrada de gêneros inexplorados na literatura tupiniquim.

Autor: José Roberto Vieira
O livro conta a história de Sehn Hadjakkis que tem que separar-se de sua amada (Maya) para poder entrar na Kabalah (elite do exército), porém lá ele vai encontrar vários obstáculos que vão impedir, ou no mínimo retardar seu encontro com Maya. Além de não se encaixar em uma Sephirah (subdivisão do Kabalah), tem que enfrentar uma traição e uma descoberta que mudará não só a vida dele, mas também das pessoas em sua volta. E ela, angustiada, longe de seu amado e sendo obrigada a se casar com alguém não deseja. Será que algum dia eles estarão um nos braços do outro novamente?











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